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Uma mesa pra chamar de minha

por Diego Fontes sobre Trabalho e Negócios em 25/04/2012 - 14:00

De casa ou do trabalho, mesa é sempre um caos. Parece que não faz muito tempo você tirou os papéis rasgados, as migalhas de bolacha e o grude da marca da xícara de café. Fora a zona de coisas a se fazer: os trabalhos adiados, os relatórios atrasados e toda a parafernalha que prometeu executar antes do fim de semana.


"Meus olhos! Meus olhos!"

Mas a verdade é uma, e dói: manter-se nesse muquifo só atrofiará ainda mais a sua produção. E não me venha com a conversa de que é “uma bagunça organizada”. Isso é pura desculpa para não meter a mão na massa, assim como fazemos com a maioria das coisas na nossa vida.

Então já que passou da hora de arrumar esse baile funk que a gente chama de mesa, comece pelo simples. Assim como na reciclagem, separe objetos que pertencem à cozinha, os papéis do escritório dos papéis da faculdade, as revistas e livros úteis dos jornais velhos e aproveite pra retirar a foto da sua ex que ainda está no porta-retrato. 

Separou? Ótimo. Agora, junte isso tudo no sofá ou numa cadeira, pegue um álcool ou algum produto de limpeza e dê aquela esfregada na bagaça. Se o cheiro não te deixar meio zonzo, vai ver que dá até vontade de trabalhar depois das 18h. Ou não.

Cada um tem sua melhor forma de organizar as tarefas. Eu, por exemplo, separo tanto no desktop quanto na mesa em quatro ‘legendas’:

Para anteontem: tarefas que devem ser executadas com urgência e que caso não as faça, você irá se dar muito mal.

Para ontem: trabalhos com prazos mais elásticos (1 ou 2 dias) que, mesmo sendo importantes, podem esperar um tempo até você estancar a hemorragia dos "para anteontem".

Upgrade: atividades que não são obrigatórias para agora, mas que se as fizer ganhará pontos, como uma resenha sobre alguma leitura, filme etc.

Ih, rapaz!: coisas que queria ter feito, mas que passou o timing, a vibe ou mesmo a vontade. Tipo um comentário sobre um artigo, um e-mail de parabenização ou uma cantada virtual na colega que encontrou no cafezinho.

Talvez isso o ajude a otimizar melhor o seu tempo e as suas obrigações. Sobrando tempo, rolando uma promoção no trabalho, dá até pra ir num baile funk de verdade. Ou não.

  • Diego Fontes

    Publicitário, mineiro, canhoto, agnóstico, crítico gastronômico e um tarado mental. Detesta chinelos, telefone e campainhas. Indiferente à sorte. Tem poucas dívidas. Escreve à mão. Num pequeno bloco de papéis. Espera morrer com 213 anos e publicar seu livro até lá. No Twitter, é

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